ano 2003
( novos artiglos)
 
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 26-Jan-2000
 
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 19-Jan-2000 (Comunicado)
 
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 19-Jan-2000
 
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 13-Jan-2000
 
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 03-Jan-2000
     
   
Ano 1999
 
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 23-Dez-1999
 
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 20-Dez-1999
     
 

       
 

LINO CESAR OVIEDO
(Artiglos novos de pediodico)

 

Noticias do dia: 21/Fev/2000  
Informação Especial  
   

¿PORQUE O 70% DOS PARAGUAIOS DESAPROVAM O GOVERNO ACTUAL?

Esta semana descobrimos nós, para mídia diferentes, da pesquisa levada à frente pela companhia, First Análise e Estudos, de Francisco Caplim onde a amostragem percebida fala com o branco da desaprovação difundida para o governo de facto de González Macchi.

A pesquisa de First foi feita dos 7 a 11 de fevereiro, entre o inscriptos no censo nacional, maiores que 17 anos.Puseram-se po caso 422 em Asunción e as cidades de San Lorenzo, Luque, Fernando de la Mora, Capiatá, San Antonio, Areguá e Nova Itália. A pesquisa foi feita por áreas, com correção para cotas de sexo, idade e nível socioeconômico.

Como podem ver no quadrado do direito, 70.3% desaprova a administração de González Macchi e só o 20.2%, aprova isto. Se a isto nós somássemos a percepção que tem a cidadania da situação geral do pais, com 57-5% que você vê isto" muito ruim" e 30.1% que você vê isto" ruim", nós estamos em frente a uma sociedade desapontada.

Esta percepção de negativo parece não ter nenhum custo político para o argañarismo, como seu precandidato para a vice-presidência da república Félix Argaña, cabeças a preferência do eventual eleitorado nacional com 19.9%, seguiu por Enrique Riera com 15.3%, Guillermo Caballero Vargas com 6.7% e Julio César Franco com 5.8% (quadro do meio)


(Graça Abc Cor do 15 de fevereiro) de 2000

Além da crise para o que está passando a coalizão, e do que o Partido Liberal busca tirar rédito(agora querem eles se aparecer como os boms do filme),se pemetem fazer um resumo pequeno do mapa político do que era determinado chamando" o Governo de Coalizão", assim poderão entender as razões para as quais o povo paraguaio expressa deste modo na pesquisa mencionada.


GOVERNO DE UNIDADE NACIONAL


Quando aconteciram os fatos do “Março paraguaio , acontece a integração do novo governo com representantes do Partido Colorado)Movimiento de ReconciliaçãoColorada) do PLRA (Partido Liberal) e do Encontro Nacional.

A conformação dos representantes do Movimento de Reconciliação Colorada(MRC) é fácil de apreciar pelo modo na que" distribuíram-se as posições."

Um primeiro grupo conduzido pelo Senador Juan Carlos Galaverma (calé) integrado, nas bases deles por Juan Ernesto Villmayor, Carlos Podestá e Juan Manuel Morales. Nós poderíamos dizer que é este o grupo mais perigoso para seu apetite voraz de ser capaz e ter o apoio irrestrito de gerentes com grande poder econômico.

Entre estes o Eduardo Nicolás Bó (Mbílo Bó), dono do jornal NOTÍCIAS e de RÁDIO CARDINAL. Acrescentando ao perigo deste grupo, seu nova aliança com o Engenheiro Wasmosy.

O representante deste grupo e encarregado de manobrar todos os pasos do presidente González Macchi, é exatamente, Villamayor, Secretario Geral. Da Presidência que também tem o controle total e absoluto de todas as privatizações.

Este grupo ficou situado em posições importantes do Estado (Podestá em CONATEL e Morales no Tribunal Superior da Justiça Eleitoral) ou foi o padrinho a designação de seus seguidores em posições de relevância dentro da Administração Pública.

Nos deixe se lembrar que Galvarena e Villamayor estam relacionados como cúmplices de Edgar Cataldi (expresidente do BNT) nel esvaziando daquele Banco.

Eles respondem incondicionalmente aos interesses daquele grupo os atuaes Ministros do Interior (Walter Bower) e de Obras Públicas (José Alberto Pages)

O segundo grupo que desprende-se do MRC, é A Familia Argaña, foi representada por Nelson (Ministro de Defesa), Félix (Consejal Municipal), José Emílio (Presidente do Banco Nacional de Fomento) e, em geral todos os cunhados, primos e outros parentes que consentiram tudo a posições da Administração Pública.

Diz o provérbio que: para “amostra grossa um botão..., por isso este exemplo será. bastante.

Tati Sóla (o marido de Pacholi Argaña) foi nomeado o Sócio do Conselho de Itapú Binacional e todas as referências necessariamente deveriam ser percebidas nas Secretarias de Pacholi Argaña e Shyrley Bonito ( esposa de Nelson Argaña)...

Como não pudesse ser de outra forma, em semelhante, banquete não pôde faltar o convidado de pedra (terço no resumo), e isto é o próprio Presidente González Machi que na realidade, pôde impor alguns nomeamentos de menor quantidade na Administração Publica.

Outro isto para enfatizar que eles faltam absolutamente de condicões é um homem caráter necessitado e covarde e aquele nunca terão imaginado para consentir a investidura tão importante para a qual levaram isto as circunstâncias.

O quarto isto formado por uma combatividade no MRC. Se representa ao através de Bader Bachid Lichi (não tem influência no governo), Martin Chiola (administra seu feudo, o Ministério de Saúde Publica e Bem-estar Social), Darío Filartiaga (I.P.S.) e Enrique García Zúñiga.

Em linhas gerães este grupo não interfere nas decisões importantes e eles agradecem isso que seja permitido ganhar dinheiro em suas distribuições respectivas.

Finalmente, o quinto grupo ocupa o setor de Nicanor Duarte que realmente desapareceu como Movimento e eles foram integrados totalmente ao MRC.

Da mesma forma que o caso prévio, agradece que eles lhes permitem ocupar posições (Ministério de Educação) ou a Entidade Binacional Yacyreta (Dr. José Alberto Alderete), entre outros de quantidade menor.

Em o que recorre à propriedade no Governo de Coalizão por parte do Encontro Nacional, os representantes do mesmo pertencem basicamente ao setor oficial do mesmo conduzido pelos Senadores Euclides Acevedo e Mari Paz Castaing. Igualmente Guillermo Caballero Vargas, tenta ser afiançado no Ministério Indústria e Comerciar, a pesar dos ataques do Senador Galaverna que quereria naquela posição ao seguidor dele, para poder ganhar algum Guarani de mais.

O Partido Liberal Radical Autentico (PLRA), entrou nesta coalizão, nós poderíamos dizer com o pé esquerdo. Inicialmente o designado como Secretários do Poder executivo pertenceram aos dois grandes movimentos do mesmo; Movimento Popular Para a Mudança que apressa como candidato ao Dr. Miguel Abdón Saguier, e Mudança para a Liberação que promove o Deputado Luis Alberto Wagner.

No caso do Secretário Wagner objetaram próprios estranhos. Acusado do discricionário e pouco transparente de sua função publica. O diretório de seu próprio partido percebeu sua intenção de ser projetado como candidato para presidente do PLRA, enquanto tirando proveito das vantagens da posição e com o argumento de não respeitar ao Diretoto do Partido Eles pediram a mudança propondo um terna de candidatos que são designados o Deputado Denis (Movimento Piri) o aliado do oficialismo do PLRA.

O caso do Dr. Saguier (Chanceler) é que era a vítima do ataque do Senador Galaverna e sus aliados Mbilo Bó (Jornal Notícias e Rádio Cardinal), Mina Feliciangeli e Victor Benítez Rádio Um, propriedade do Engenheiro Wasmosy), razão pela cual às vezes do rejeição para a aplicação de extradição de Lino Cesar Oviedo da República a Argentina, levou vantagem e o presidente González pediu a renúncia, enquanto designando o Dr. José Félix Estigarribia ( Mudança para a Liberação e aliado de Galaverna)

Demás esta dizer que Estigarribia rejeitou por motivo de público conhecimento e determinado a intenção e decisão política que tomou o PLRA de aposentar-se do Governo de Coalizão.


CONCLUSÃO

Todos estes registros que o povo do Paraguai sabe, não faça mais que mostrar o prebendas, a corrupção e o desprejuicio desses que integram este régime de coalizão que veio empobrecer e penetrar a miséria à República do Paraguai.

O povo não é nenhum sonso, não o podem enganar mais. Somemos istos registros que em Paraguai não existe um Estado de Direito, não existe segurança jurídica uma e menos e ainda menos existe uma democracia.

É mais, o atual régime fez uma clara violação da Constituição com um veredito (porque não é outra coisa que isso) da Supremas Corte de Justiça que sem ser parte e ser que ninguém o consultou, determinou que González Macchi debe continuar até o ano 2003, enquanto violando os Artigos 137 e 234 da Constituição Nacional do Paraguai, se tornando por consiguente no GOVERNO DE FACTO, por ende sujeito às claras. estipulações constitucionais.. .... .... ...

Que outra explicação vão querer achar para o resultado da pesquisa que inicialmente nos chamou?


   
Esta página atualizou por a última vez o 12-dezembro-2003
Publicou o 16 de dezembro de 1999