ano 2003
( novos artiglos)
 
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ano 2000
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 20-Fev-2000
 
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 02-Fev-2000
 
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 26-Jan-2000
 
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 24-Jan-2000
 
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 20-Jan-2000
 
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 19-Jan-2000 (Comunicado)
 
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 19-Jan-2000
 
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 13-Jan-2000
 
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 11-Jan-2000
 
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 10-Jan-2000
 
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 05-Jan-2000
 
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 03-Jan-2000
   
 
   
Ano 1999
 
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 23-Dez-1999
 
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 22-Dez-1999
 
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 21-Dez-1999
 
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 20-Dez-1999
     
 

       
 

LINO CESAR OVIEDO
(Artiglos novos de pediodico)

 

A parcialidade informativa no caso Lino Oviedo  
José Bernardo Godoy  
   

 

Asunción (opinião) Resulta incrível a atitude parcial de certos setores da imprensa internacional, que sistematicamente obviam, ignoran informação pública de suma importância ,quando a mesma faz referência de personagens aos que maliciosamente foram enquadrados numa postura assumida mais por razões emocionais que por motivos valedouros e comprováveis. Este é um defeito profissional que como jornalistas jamais queremos reconhecer. E é a tendência de publicar somente o que os donos da mídia nos permitem. Isto significa que devemos deixar de rasgar as vestes quando falamos da manipulação informativa e queremos levantar bem alta nossa suposta “independência jornalística”
Não é minha intenção fazer jornalismo de jornalistas, mas façamos um “mea - culpa”, abandonemos a hipocrisia e reconheçamos nossa parcialidade, que em temas específicos todos fizemos alguma vez e continuaremos fazendo vencidos pelas pressões midiáticas e por não perder nossos trabalhos.
É de se destacar no Caso do general Lino César Oviedo, a tendenciosa informação e conceitualização discriminatória e pejorativa dos termos constitutivos da notícia propriamente dita . Quando se faz referência à pessoa do general Oviedo, sistemáticamente se estigmatiza esta pessoa con conceitos agregados no corpo da notícia, tais como: ex - general golpista, ex – militar prófugo, asilado político, etc. Estes verdadeiros preconceitos, fruto da nossa própria opinião, ou imposição dos nossos editores, nos afastam de uma das principais funções éticas e pilar da nossa amada profissão: a imparcialidade na informação...
A saber: Lino Oviedo não é um asilado político. Pelo contrário o Supremo Tribunal do Brasil lhe deu completa liberdade para habitar e transitar no solo brasileiro quando executou o ditame por unanimidade, com data no dia 17 de dezembro 2001 que a solicitude de extradição do governo paraguaio, encobria uma perseguição política manifesta. Ou seja que o correto seria, se o jornalista quisesse acrescentar algum qualificativo pessoal sobre o referido, sua qualidade de perseguido político...
Estas coisas não acontecem quando inevitavelmente se posiciona “opinião publicada” em ponto crucial: o prejuízo instituido diante de uma personalidade determinada, com complexo agravante da difundida tendência sul- americana à rejeição sistemática e repulsiva a toda figura que proceda dos quadros pertencentes às Forças Armadas. Com certeza poderemos dar algo de crédito à semelhante discriminação pelo padecido nos países da região sob o incômodo das ditaduras geradas desde esse setor integrante da sociedade .
Mesmo assim, nada justifica que nosso papel social como comunicadores, de difundir a informação a nossa sociedade de forma independente de toda tendência , crença ou inclinação pessoal, claudique sistematicamente por interesses espúrios que têm infiltrado e corrompido a uma das mais nobres profissões, a de informar...

 

   
Esta página atualizou por a última vez o 12-dezembro-2003
Publicou o 16 de dezembro de 1999