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LINO
CESAR OVIEDO
(Artiglos novos de pediodico) |
Paraguai,
História de injustiças
e sofrimentos |
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| Informação
Especial |
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Neste pequeno país localizado no coração
da América do Sul, que tem uma superfície de
406.752 quilômetros quadrados de extensão e
5.5 milhões de habitantes, o homem nativo paraguaio
viveu prisioneiro durante 35 anos (1954 – 1989), sob
umas das ditaduras mais cruéis do Cone Sul.
A ditadura militar que implantou o terrorismo de estado da
mão do general do Exército Alfredo Stroessner
Matiauda, principal propulsor do chamado “operativo
Cóndor” nessa região, fortaleceu seu
governo de fato com intrigas e relações, prendendo,
torturando e exilando a humildes cidadões como amostra
de seu “grande poder”.
Desde o primeiro momento Stroessner utilizou o terror como
método de governo e até neste momento existem
vítimas de sua onipotência nas cárceres
paraguaias.
Um movimento cívico-militar liderado pelo General
Andrés Rodríguez, apoiado por “ Los Carlos”.
Pseudônimo dos altos chefes militares, libertou o país
do jugo de Stroessner numa revolução Colorada
para a justiça (2 e 3 de fevereiro de 1989) pela reivindicação
das Forças Armadas da Nação, a fraternidade
entre os paraguaios, o respeito das normas da igreja Católica
e a vigência das normas constitucionais.
Lamentavelmente essa revolução foi traída
no seu berço porque se não fosse pela ousadia
de “Los Carlos” e a decisão do então
Coronel de Cavalaria Lino César Oviedo Silva, Stroessner
não teria saído ao exílio libertando
de sua calamidade os paraguaios.
A frágil democracia instaurada naquela gesta heróica
não foi o suficientemente perspicaz para evitar “O
retorno dos bruxos”, esbirros de Stroessner, dos quais
encolerizados se vingaram de todos e de cada um dos que estiveram
vinculados aos fatos já mencionados para ainda hoje,
perpetuados em setores do poder político de volta
e constantemente a pisar os paraguaios.
O General Andrés Rodríguez foi o Primeiro Presidente
- depois da ditadura – eleito pelo povo. Durante seu
período governamental se adotou e se aprovou uma Nova
Constituição Nacional ( junho de 1992 ). Sob
esse governo se respirou um pouco de ar de liberdade e se
iniciava uma etapa de normalização institucional
para a República do Paraguai.
Juan Carlos Wasmosy, conhecido como um dos “Barões
de Itaipú” herdeiro da ditadura , chegou ao
poder , e o manteve entre 1993 e 1998. Conseguiu o triste
recorde de levar o país à bancarrota. Durante
sua administração desapareceram dos cofres
do Estado a frioleira soma de 6.000 milhões de dólares.
Istoadjudicou-lhe “ o privilégio” de colocar
o Paraguai no mundo como o país mais corrupto do planeta.
Naqueles dias de governo, Wasmosy, candidato imposto por
seus amigos comerciais e os filhos políticos do General
Rodríguez ( Antônio Sacarello e Gustavo Saba,
hoje processados pelo esbanjamento e sonegação
de impostos ), se instituia como o primeiro governante civil
da república do Paraguai. Não obstante logo
mostrou suas apetências pessoais visto que prostituiu
as filas das Forças Públicas pagando a parlamentários
para a obtenção de acordos e de ascensos. Wasmosy
se vangloriava de presentear carros importados a ousados
parlamentários para obter algum benefício:
não respeitou antigüidade na cadéia de
mandos para impor sua férrea vontade e finalmente
foi destituído do seu cargo como Senador vitalício
por haver propiciado uma assistência ilegal a Bancos
em bancarrota com dinheiro público e venda de patrimônios
do Estado como a Frota Mercante do Estado, Canas Paraguaias
S.A. e Linhas Aéreas Paraguaias S.A.
Nas eleições gerais de 10 de maio de 1998,
outro engenheiro ,Raúl Cubas Grau, recebeu o apoio
maioritário do eleitorado paraguaio (54%) para reger
os destinos da pátria, depois das idas e voltas na
luta interna dos partidos políticos.
No dia 15 de agosto de 1998 se instala no Palácio
dos López, acompanhado de um seleto gabinete de técnicos
especializados nas áreas respectivas: saúde,
segurança, economia...
No dia de sua ascensão no mando , seu primeiro discurso
ao povo paraguaio referia a solicitar a plena confiança
no seu governo e que esgotaria vontade e esforço pela
recuperação dos bens mal gastados do estado.
Estabeleceu um combate frontal à corrupção, à pirateria
e ao narcótico. Comprometeu-se na promoção
de especialistas nas áreas de importância primordial
para o Estado, no processamento de sonegadores fiscais e
a eliminação de monopólios e latifúndios.
Desconheceu a dívida espúria da entidade Binacional
Itaipú. Propôs-se conseguir o máximo
aproveitamento das fontes de energia elétrica existentes
no país e recuperar a segurança interna para
compatriotas e eventuais investidores promovendo medidas
de acordo com a concreção de tais fins, entre
outras medidas que previam um tempo próximo de progresso.
HISTÓRIA DE UM COMPRIDO COMPLÔ
Imediatamente, os herdeiros econômicos e políticos
da ditadura, junto com os herdeiros do ditador Alfredo Stroessner,
iniciaram uma conspiração aberta contra o governo
constitucional.
Integravam essa frondosa lista : José Alberto Planas:
filho do ex - chefe de investigações de Stroessner
; os irmãos Aguirre, filhos do general Juan Esteban
Aguirre, perseguidor de militantes das famosas Ligas Agrárias;
A família Argaña: filhos do ex – Presidente
da Corte Suprema de Justiça do ditador Stroessner;
Jaime Bestard: filho do seu ex – Vice ministro do Interior
e Luis Angel gonzález Macchi: filho do seu ex – sub
chefe da Polícia e posterior Ministro da Justiça
e Trabalho - neto de Lola Miño, conhecida traficante
de influências e contrabandistas das zonas ribeirenhas.
“
Levantaram-se” contra o Poder Executivo uma maioria
de parlamentários corruptos e juízes prevaricadores.
Segundo o relatório do Banco Mundial, o poder mais
corrupto do Paraguai é precisamente o Poder Judiciário.
Essa conspiração se materializava com a morte
do vice-presidente da República, Dr. Luís María
Argaña, em circunstâncias escuras que pretenderam
a aparência de um atentado. Essa conspiração,
como também os entretelões do atentado que
NÃO FOI, foram denunciados e fundamentados nesta página
web . Apartir daquele momento, e sempre de mãos dadas
com “as luvas brancas”se desenvolveram circunstâncias
que dia a dia conduzem inexoralvelmente à República
do Paraguai à mais paupérrima miséria
moral, social e econômica.
Assim, os que regeram até faz uns meses como governantes
conspiraram ante a iminente reestruturação
de toda a República, instigados por medidas implacáveis
do novo governante Cubas Grau e o apoio cívico de
quem injustamente, havia sido relegado à partipação
nas urnas e que de não mediar as chicanas políticas
com segurança teria sido o presidente dos paraguaios,
um acérrimo defensor dos direitos dos trabalhadores
e do povo guaraní, Lino César Oviedo, arbitrariamente
ainda exiliado no Brasil.
O Presidente Cubas, inicialmente tinha sido candidato da
vice-presidência na fórmula presidencial de
Lino Oviedo, o qual primeiro foi acusado de gestar um golpe
de estado contra o Presidente Wasmosy ( abril de 1996) e
que devido a isto foi passado a retiro, depois de lançar-se à arena
política e ganhar de forma esmagadora, no dia 7 de
setembro de 1997 nas internas coloradas sacudindo o cenário
partidário e político. Nesse momento, depois
de mostrar a sua inocência, foi novamente julgado por
um Tribunal Militar Extraordinário (anticonstitucional
e vigente apenas para casos de guerra) sendo condenado à prisão
por 10 anos.
Diante desse fato que imposibilitava a Oviedo para apresentar-se
em comícios, cria-se uma nova fórmula presidencial
entre o candidato à vice-presidência Raúl
Cubas Grau e Luís María Argaña, o frustrado
candidato presidencial pela fórmula adversária.
Inicialmente, o Dr. Argaña não desejava integrar
a nova fórmula, mas seus aderentes lhe aconselharam “para
que dessa maneira pudesse conspirar dentro do governo” (sic).
O engenheiro Cubas, com o slogam de Lino Oviedo “Seu
voto vale o dobro” sublinhava os aderentes do partido
Colorado e mais ainda os do movimento político de
Lino Oviedo (UNACE) a quem prometia a rápida e merecida
liberdade do ex-general.
Justa liberação de Oviedo
A fórmula Cubas – Argaña impõe-se
nas eleições e efetivamente, o novo presidente
cumpre com os Colorados, mas antes de poder cumprir com “os
oviedistas”, o parlamento aprova uma meteórica
lei anti-indulto, suprimindo dessa maneira a prerrogativa
presidencial para liberar o anticonstitucionalmene processado
e detido Lino Oviedo.
Ainda assim, o Presidente Cubas libera Oviedo esgrimindo
dois fortes argumentos:
Ninguém pode ser julgado duas vezes por uma mesma
causa e Lino César Oviedo já tinha sido absolvido
pelo Tribunal Civil.
No uso de seus atributos presidenciais comutava a pena que
pesava sobre o ex – general.Tal determinação
concretada no Decreto Nš 117 de agosto de 1999 foi a chama
que acenderia o projeto de Juízo Político ao
Presidente cubas. Nesse momento se desenvolviam manifestações
rurais e operárias, auto atentados perpetrados pelos
próprios parlamentários, juízes e políticos
adversários, fazendo pensar à população
através da “opinião publicada” que
tais ações provinham “ do grupo liderado
por Oviedo” (sic).
Até então , os governantes, aderentes e simpatizantes
do Governo Constitucional de Cubas não dimensionaram
a farsa que se estava gestando. Transcorriam os dias do mês
de março de 1999 e assim, os parlamentários
conspirados obtiveram os votos necessários para julgar
o engenheiro Cubas e fixaram a data para o juízo de
7 de abril desse mesmo ano.
Apesar de que as negociações do governo com
partidos fraternos se desenvolviam favoravelmente e à luz,
o Juízo Político não seria realizado.
Grupos rurais requeriam o perdão de suas dívidas
e se reuniram na Praça do Congresso desde as primeiras
horas do dia 23 de março e que casualidade! Às
8h45 da manhã através da mídia se difundia
a ingrata notícia de um “atentado”( ?
) contra o vice-presidente Argaña , motivo que logicamente
alterou os ânimos dos próprios e extranhos,
para que finalmente e sobre o caixão de Argaña
a juventude e os parlamentários exigiam a imediata
renúncia de Cubas Grau ou o adiantamento do juízo
Político fixado inicialmente para o dia 7 de abril.
Alguns parlamentários amigos do governo se encontravam
nas cidades de origem, no interior do Paraguai ou en algum
evento internacional e tudo isso foi aproveitado para iniciar
o Juízo perante a não renúncia do Presidente
Constitucional, exigida espuriamente pelos adversários
conspirados. Conseguiram-se os votos requeridos para o processamento,
mas antes de ser consumado, assustado Cubas Grau, renuncia!,
concretando-se o plano conspirado para assumir o poder o
Presidente do Congresso Nacional, o Senador Luís Ángel
González Macchi por um prazo constitucional de 90
dias. Esse prazo não foi respeitado e mediante todo
tipo de manobras inconstitucionais se perpetrou no poder,
até a entrega ( sem vontade ) do mesmo, depois dos últimos
comícios que deram ao Paraguai um novo Presidente
Colorado: Nicoanor Duarte Frutos, quem encabeçará um
governo, que apesar de ser novo, responde à mesma
linha política de corrupção que parece
perpetuar-se no poder do sacudido Paraguai.
Corrupção Intestina
Sugundo o relatório do Instituto de Estudos Estratégicos
(IISS)divulgado em Londres, o Paraguai é o único
país do Cone sul que não mostrou progressos
nas reformas democráticas e econômicas durante
os últimos anos.
A reimplantação da tortura como sistema de
governo na presença do próprio González
Macchi e praticado por seu Ministro do Interior, em mulheres
crianças e jovens sem discriminação:
a compra de um automóvel ilegal marca BMW ( roubado
na Argentina ) e sua posterior venda ao Estado Paraguaio
por mais de 200 mil dólares, o desvio de dinheiro
do Banco Central do Paraguai de 16 milhões de dólares,
inicialmente em cumplicidade com o gerente geral de bancos,
filho político do “assessor” da Presidência
da República; a vinculação do seu pai
e seus irmãos neste ílicito para a obtenção
de doações à Fundação
Lola Miño, a avó de González Macchi;
compra de dólares a um maior preço do estabelecido
pela Administração Nacional de Eletricidade;
nepotismo na administração pública;
rápida liberação de narcotraficantes
por juízes venais; venda de peles de animais silvestres
por militares e unidades das Forças Armadas e liberação
de presos pelo próprio Diretor da Cárcere,
são alguns casos “dignos “ de mencionar
como exemplos de corrupção imperante, constituindo-se
assim o Poder Judiciário em complacentes cúmplices
desse governo. E nem se fala do vergonhoso processo pela "“Morte
do cadaver assassinado” do vice-presidente Argaña,
cujos detalhes apresentam babados assombrosos, misteriosos
e contraditórios similares a homicídios historicamente
famosos como o de John Fitzgerald Kennedy , onde as balas
homicidas ( como naquele caso ) deram vira - voltas antes
de entrar no corpo da vítima ou com a presença
de 12 terroristas diferentes ( segundo as testemunhas do
suposto atentado) que incrivelmente estavam todos num só carro
médio.
Nesta página Web , você poderá ver a
investigação jornalística que pôs
de manifesto as irregularidades e erros nos quais cairam
os que executaram junto ao corrupto Poder Judiciário
paraguaio, um verdadeiro golpe de estado encoberto por um
fracassado atentado, jogando “no nariz” do presidente
Cubas Grau “um morto” para intimá-lo e
ao mesmo tempo, “ matar dois pássaros de uma
só cajadada”: o próprio Cubas Grau e
o “politicamento incômodo” Lino Oviedo,
tirando-os da cena política.
O papel que cumpra os EEUU nos próximos anos será crucial
para o Paraguai – segundo diz o relatório do
Instituto de Estudos Estratégicos (IISS) – para
enfrentar a fragilidade da democracia, o nível de
insegurança e o insuficiente desenvolvimento social
da região, já que os países ainda não
estão à altura dos enormes desafios que devem
enfrentar.
O Paraguai neste contexto, é o símbolo do principal
fornecedor de droga e um dos focos de maior insegurança
e instabilidade da região. Há pouco tempo,
o próprio irmão do deputado Walter bower, denunciou
um dos proprietários de uma moderna “narcoestância” na
zona do Departamento de Misiones com pista de aviação
incluída, sem que as autoridades judiciais fizessem
investigações a tais denúncias, embora
tivessem se ocupado de “inventar causas” contra
os que se opunham aos corruptos planos do governo de turno,
entre eles o próprio Lino oviedo que tem tentado e
continua no seu trabalho desde o injusto exílio, abrindo
os olhos dos irmãos paraguaios.
Persecução política de Oviedo
No dia 17 de dezembro do ano 2001, por unamidade os 11 ministros
integrantes do Supremo Tribunal Federal brasileiro decidiram
negar o pedido de extradição, feito pelo governo
do Paraguai contra o ex – chefe das Forças Armadas
Lino César Oviedo Silva. Nessa mesma instância
se ordenou sua imediata liberação para transitar
e habitar, se assim o decidisse , o terrritório da
República Federativa do Brasil.Depois de estudar detenidamente
a solicitação de extradição e
as causas que se pretendiam imputar a Oviedo no seu país,
os magistrados do máximo tribunal brasileiro chegaram à conclusão
que se tratava de um pedido de “extradição
política disfarçada” “ se trata
de casos nos quais um Estado (neste caso o Paraguai), atribui,
maliciosamente, a uma pessoa um crime comum para garantir –se
o retorno daquela ao seu país de origem, camuflando
a finalidade real de uma persecução política “ declarou
na oportunidade da setença o Relator do Tribunal Dr.
Maurício Corrêa.
A má imagem da política paraguaia
A Europa o principal investidor no país, nos últimos
meses teve uma queda de investimentos devido precisamente à má imagem
do país e ao fato de que não há investimento
interno, não existe uma definida política de
desenvolvimento implementada pelo novo governo do atual presidente
Duarte Frutos que gere confiança, uma margem de transparência
que fortaleça as instituições e dê garantias
jurídicas que apoiem a vontade dos estrangeiros para
investir no país. Lamentavelmente supomos que esta
situação estanca no novo governo se estenderá no
tempo complicando ainda mais a frágil situação
da nação.
As seqüelas
Para qualquer país sério, uma reforma de Estado
significa fortalecimento das instituições,
o levantamento da descentralização, modernização
da função pública e não para
diminuir seu poder, como tem acontecido no Paraguai.
As possibilidades de dar alcance a uma saída bem sucedida à crise
gestada desde anos atrás, ainda hoje e na presença
de um novo governo ficam inibidas pela desordem e pela incompetência
política que caracterizou à administração
governamental dos últimos anos e que parece se perpetuar
pela presença de velhos políticos que respondem
aos males do poder já mencionados. Um exemplo disto é a
constante violação de preceitos constitucionais
segundo sejam os interesses dos usurpadores da vontade popular.
Concretiza-se aqui esta frase: “Aos amigos, tudo; aos
indiferentes a lei e aos adversários, pancadas” .
Uma recuperação é ilusória enquanto
a dívida social se acrescente, com a crescente expansão
da pobreza, que devora as camadas desprotegidas e incorpora
novos aderentes ao nefasto sub-mundo da delinqüência.
Hoje, o país debate-se entre a miséria e o
galopante aumento do desemprego. As denúncias de corrupção
vigoram a familiares da mais alta investidura do resto da
República que fica e o Poder Executivo de duvidosa
legitimidade de origem, tem se empenhado dia-a-dia em deslegitimar-se
pelo pouco decoro no seu exercício e expôs o
Paraguai em posições internacionais vergonhosas.
No Paraguai “ ilustres funcionários de alta
categoria “ estão acusados de estelionato ao
Estado Paraguaio ( Ex.: a família presidencial de
González Macchi ); do gigantesco assalto contra a
conhecida firma Prosegur ( Dip. Walter Bower, Ex – ministro
do Interior ); etc., etc... e continuam livres porque a justiça “está estudando
os casos”. Ainda que um dos menos estudados é o
caso pelo qual incrivelmente se acusa a Lino César
Oviedo de ser o autor intelectual do homicídio de
Argaña, uma patranha mais, fruto da corrupção
intestina do poder poítico que se transformou em câncer
para o Poder Judiciário mais corrupto da histório
sul-americana, inclusive reconhecida esta situação
por constitucionalistas integrantes do Supremo Tribunal Federal
do Brasil, no momento de declarar a liberdade de Oviedo,
sob a vista da manobra judicial e política dos adversários
de Oviedo cuja única intenção era e é prendê-lo
para afrouxar as rédeas aos seus ódios.
Este é o país que lamentavelmente devemos lhes
apresentar neste relatório, é o Paraguai, terra
de polcas e guaranias, de ipê em flor, uma terra que
os que tivemos o privilégio de conhecê-la reconhecemos
nela o reflexo de um verdadeiro éden, mas que contrasta
mundialmente por sua corrupção, sua impunidade
e pela absoluta falta de justiça.
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