ANALISE DO FATO ARGAÑA

Este quer ser só um resumo do fato do Homicidio do Vicepresidente do Paraguai Dr. Luis María Argaña, acontecido em Asunção o 23 de março de 1999, onde transcorriu algumas irregularidades na investigação, como os fatos que aconteciram ao processo judiçal.

 

Analise do expedente do fato Argaña

 

• De acordo uma ducena de testemunhos, apenas fecharom o caminho do carro do Dr. Argaña, os mercenários, baixaram fazendo disparos atirados com o guarda e o motorista.Os disparos continuavam, no entanto o motorista freava o carro, tentava pôr em marcha atrás e virava até bater seu parte posterior contra a muralha de uma casa. Logo um terceiro mercenário provou a disparar diante o pasajeiro do assento posterior. Se o motorista teve que aguentar os disparos desde que começaram e além disso fez tudas as manobras detalhadas e conseguir fugir numa casa para se proteger, como é possível que o falecido vicepresidente quem esteve assento na parte posteior e teve que fazer alguma manobra, não tentou também fugir por alguma das portas para tentar se proteger sua retidão , soubendo que foi a última pessoa ao recebir disparos?

 

• De acordo à perícia do carro onde viajava o Dr. Argaña, a chanela da porta traseira lado ezquerdo, tem 3 buracos de bala, no entanto o corpo do falecido, tém 5 buracos e tudos no lado direito, de acordo com o informe médico legal. Nesse caso debe-se ter presente.

 

  1. O carro não têm impatos de bala no setor dereito traseiro, setor e lugar onde encontrou-se o falecido, muito menos na lâmina da porta.

  2. Tudos os impatos que recebe o corpo, os recebe desde o setor direito. Cómo e onde recebiu os 2 impatos restantes que apresenta o corpo.?

  3. De acordo ao informe médico feito em manuscrito desde o ingresso do Dr. Argaña ao Sanatório Americano e assinados por os médicos que ocuparam-se, além disso pelas feridas feitas por arma de fogo, o falecido tinha uma ferida intensa na parte baixa da espádua, -cintura de 8 cm de longitude. Quém e como produciu-se um aferida intensa tão grande

  4. Igualmente o Dr. Argaña recebiu um disparo de arma de fogo que suponha-se foi um disparo fatal. O mesmo disparo de acordo ao informe médico percial, teve buraco de entrada no baixo ventre setor direito, fazendo um percorrido de embaixo para em cima, alcanzando órgãos vitães, no siguente órdem:fígado, estômago, pâncreas, coração e artéria pulmonar. Entretanto

 

  1. De acordo na perícia balística, que foi feita, indica que os disparos que recebui o carro na janela da porta traseira lado direito foram feitas de direita a ezquerda e meio empinado para em cima para embaixo (Fólio 146, Tomo I; Caderneta de Evidências (Informes policiães)

  2. A porta traseira lado direito, na chapa, de acordo ao informe médico pericial da Polícia, não registra impato nenhum. Então Cómo é possivel que estando assentando na cadeira traseira, o Dr. Arganña recebiu o impato de bala com percorrido horizontal com buraco de entrada no glúteo e que ficou na anca.

  3. Cual foi a posição do mercenário ao realizar o disparo que tocou seus órgaõs vitães, sendo que a trayetória  foi de embaixo para em cima, estando assentado o falecido?

Encomtramos-nos novamente com as “afamadas” balas mágicas, que comportam-se contrariando as leis de física e óbviamente toda coherência e arrazpado. É importante observar este modelo de fenômeno que geralmente presentam-se frecuentemente na maioría dos homicidios da história.

 

• A fiscalía, por medio no fiscal Dr. Argaña apressam em explicar alguma das incoherências do expedente.

 

  1. Declara o 9 de junho que seu tetemunho Gumercindo Aguilar é o verdadeiro e os outros testemunhos que apressentaram-se no fato, até o momento atual, são ireais. Sabemos que as primeiras “probas” que foram consideradas para armar o fato, não tinhan semelhanza, também não os que estavan detidos como réu foi mais que óbvio que não tinha que ver com o homicidio e que só eram perseguidos por suas creenças políticas. Logo de algún tempo seu testemunho “verdadeiro” foi ser um falso testemunho trouxendo agora a fiscalía um novo testemunho, muito melhor.Onde este confesa-se autor do fato, mas não menos crédulo que Aguilar. Pablo Vera esteche ( O temas Vera Esteche, analizaremos-lo mais diante.

  2. Volvindo aquilos dias de junhio , o Fiscal Alcaráz, tentou dar uma explicação das cuais foram os movimentos (com tudos os detalhes) que fez o Dr. Argaña, respeito ao atentado sofrido Contou tudo em detalhe, o percorrido das balas que impataram o corpo do falecido, até imagina e garanta cuães foram os gestos e movimentos que fez o Dr. Argaña, antes, mientras e depois de recebir os disparos.

  1. O fiscal diz que o falecido tentou proteger-se deitando-se na cadeira e açando o braço direito. No entanto o informe médico pericial, diz que os disparos recibidos, tiveram buraco de entrada no braço e antebraço ulterior lado direito.

  2. (Fólio 63, Tomo I Caderneta de Evidências, Informes, Fólios 68 y 92, Tomo I, Caderneta de Evidências, Informes Policiães.). Também da certeza o Fiscal Alcaráz, que os disparos os fez o mercenário desde atrás e de ezquerda a direita, contrariando o resultado das pericias balísticas, onde confirma que os disparos que impataram a janela da porta traseira. Lado direito, foram realizados diante pra trás e direita a ezquerda, leve de em cima para em baixo(Fólio 146, Tomo I, Caderneta de Evidências, Informes Policiães)

  3. Disse o fiscal que o Dr. Argaña, logo de deitar-se para proteger-se, recebiu os cinco disparos , ulteriormente se pôr em pé pra assentar-se (!! ) logo caiu novamente deitado no lado direito. Isto é impossivel, porque:

    • Um perito em balística forense vai poder confirmar que o golpe por o impato de bala de calibre 380(calibre das munições impatadas no corpo do Dr. Argaña) equivale a uma energía de impato de 33 QPM(Quilo por metro) em setores vitães do corpo é causa mortal. Pomos deduzir que o Dr. Argaña recebiu uma energía de impato de 165 QPM, ou seja faz impossível que o falecido haja podido pôr em pé logo dos disparos, mais quando um deles tocou partes vitães  do corpo como coração, fígado e artéria pulmonar (Fólio 48 y 68, caderneta de Evidências, Informes Policiães)

  1. Os mercenários fizeram as coisas professionalmente com o motorista e o guarda mas não com o Dr. Argaña. Porque;

  2.  É muito chamativo, que usaram o arma curta para assassinar al Dr. Argaña, tendo, de acordo ao declarado pelos testemunhos e pelas pisadas dos impatos deixadas no carro, escopetas com muito poder de destrução, além disso uma romã na mão.

  3. O Dr. Argaña ,que tinham que estar muito seguro de seu morte, não recebiu impato nenhum na cabeça, tambêm não com armas de grosso calibre. Se fazemos uma comparação criminológica sob o jeito que trabalham os mercenários professonães, em tudos os fatos os assassinos “acreditam” seu mal trabalho disparando na cabeça das vítimas.Olha so!!, não fizeram a misma coisa com o falecido, se realmente tinham querido “asegurar seu trabalho”.

    1. Pelo jeito que ficou o corpo do Dr. Argaña, dentro no carro, está claro que vinha repousando, mas não tentou proteger-se (porém seja por ação natural)diante do embate, ficando quasi enigmático , deitado do lado direito, ou seja o mesmo lado onde recebeu os impatos. Fato muito chamativo , mas geralmente antes de receber o impato o corpo cae au outro lado do que recebi os disparos, ou seja siguendo o caminho do disparo. Mais tendo em consideração que o informe do Ministro do Interior e o Policial, afirmaram que os disparos que recebiu o falecido , foram realizadosa menos de un metro de distância.

    2. Au ouvir o atentados, fuerom ao sítio os colegas de familiares do Dr. Argaña, mas ninguém tentou ajudar-lo.

  1. As primeriras pessoas em chegar estavan com trajes e um deles com uniforme militar, armado,em caminhonete brancas , marca Toyota Prado e Nissan Patro, que de acordo aos testemunhos fizeram sinães ao motorista ferido, olharom dentro no carro os corpos feridos e depois se afastaram. De acordo a declaração do motorista era pessonal de seguranza do Dr. Argaña e da Vicepresidência ¿Porque não ajudaram aos feridos?

  2. Depois chegarom o Dr. Planás e o Esc. Nelson Argaña (filho do falecido). Os dois ligaram por seus celulares, mas ninguém ajudo aos feridos.

  • Tendo em consideração a importância do embate e o ferido ¿Como é possível que haja sido levado al Sanatório Americano, tendo outros muito mais próximos como: Sanatório Francés, Sanatório Italiano e Lacimet? ¿Acaso tinham sabido que Argaña estava morto, então nesse caso não foi necessário levar-lo rápido e ao hospital mais próximo?

  • O testemunho que foi a primeira pessoa que acerco-se aos feridos, adentro no carro, cancelou o motor ele mesmo, e desse lhe foi de muita atenção qu o corpo do Dr. Argaña estivesse muito pálido, quasi igual as pessoas que têm muito tempo de morta. Este testemunho é igual  com lo dito por o Dr. Planás “quém disse dado conta do falecimento”porque o Dr. Argaña “tinha a pele muito pálida”igual que seus unhas y seus lábios liláceos”¿Como é possível que uma sinal tão cadavérico e diferente nas horas ulteriores na morte fizera-se prsente em uma pessoa morta supostamente fazía algunos minutos?

  • ¿Porque quando morreu o Dr. Argaña não foi feita a autópsia no Instituto de Medicina Legal? ¿Porque foi feita no Sanatório Privado e em mãos de um “perito” como o Dr. Ballasi (médico externo do Sanatório em questão). Porque não teve participaçã o médico forense ademais do Dr. Llano, que tudo soubemos que é afilhado do falecido, ¿Porque os órgãos do Dr. Argaña estam guardados no lugar especial com a responsabilidade da familia Argaña, quando deberiam estar em custódia  do Juzgado encargado do fato?¿Porque o filme da autópsia não se permete olhar-la para ver detalhes que poderíam ser muito importantes e aclaratórios , quando foi sido pedido o juiz negou a petição?

  • Porque o juiz não tomou o testemunho da pessoa que fez na dependência judiciães e depois do feito o homicídio , que arrisca ao oficial de polía como um dos autores materiães do homicídio. Também o arrisca outro testemunho. Quém não foi detido também não incluído no caso, fato muito raro, tendo em conta que o mesmo dia antes do embate, estava “fazendo um trabalho muito especial em inteligência” que foi pedido por um excombatente da Motorizada da Polícia, estando tuda a semana do 22 ao 28 de março “desaparecido de seu Unidade original, cumplimentando uma trabalho especial. Quando foi chamado para dar testemunho, diz que soube do embate por um “handi” que ele tinha e logo foi ao lugar com o camarada “de incógnito pra xeretar”

  • Porque o motorista ferido não pode ser questionado, também não levado a nenhum sítio sem ter autotização da familia Argaña?

  • ¿Porque o testemunho Aguilar, que seu testemunho foi de acordo à primeira versão do homicídio, não foi dito, sabendo que participou , das reuniões prévias ao assassinato? ¿Agora que seu versão dos fatos foram excluidas, porque não pode ser processado por falso testemunho?